sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

barely breathing

Não existo.
Aos poucos fui-me apagando, desligando.

O ar está rarefeito hoje. Mal consigo respirar. Foram as lágrimas que causaram isto. Porque estou viva, mas não existo. E como não existo, ninguém me vê. E ninguém pode saber que eu afinal ainda estou viva.

Custa respirar desta forma. Um corpo que não existe mais, como pode respirar normalmente? Choro mais do que respiro. Respiro mais do que vivo.

Uma alma atormentada não vive, não respira, não sente. Pois essa alma já não existe... 




1 comentário:

Green disse...

Oh querida, claro que existes e claro que dão por ti. Fazes falta por cá :)*

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